Músico compositor, produtor, pesquisador musical, disc jockey, agitador cultural, cientista social, fundador do projeto Glocal e uma debochada irreverente definição viva de enciclopédia humana musical.
Do fim dos 80 ao inicio dos 90, de “clubber” espectador à artista atuante, dos bailes e festas de subúrbio aos clubs da zona sul do Rio de Janeiro, Dani Souto, carioca da zona norte, suburbano orgulhoso, curador artístico do movimento de vanguarda democrática de rua, O/NDA e também criador do selo/festa Discoteca ODARA, cria e atua cultural e musicalmente, conecta e liga pessoas e cidades em sua constante “ponte aérea” entre Rio, São Paulo e Curitiba.
Devoto de misturas exóticas, pluralidades, atemporalidades e apaixonado pela musica em sua totalidade. “Groovismos”, “afro latinismos”, “tribalismos”, “ravismos”, “breakismos”, “psicodelismos” e “balearismos”, ondas synth, techno pop, pós e disco punk, acid, jungle, reggae, dub, funk, miami e freestyle, tudo temperado e se misturando aos pilares da club music (house, techno e electro), do falecido Chanceler Dani Souto, à DjChãncedaSilva ou apenas Chãnce, dá inimaginável sentido à inimagináveis coisas, que jamais se imaginaria fazer sentido juntas, de maneira única, original e inigualável.
Lançou seus trabalhos por selos e gravadoras como Rebirth, Turbo, Kassette, Atlantic Records e remixou nomes como Chromeo e Robert Owens, tendo dividido palco com lendas da dance music como Underworld, Sasha, Anthony Rother, Chromeo , Hercules & Love Affair, Young Marco, Tim Sweeney, Justin Strauss, Tiga, entre outros .