Durante os poucos séculos de existência de nosso país, fomos convocados a nos revolucionar várias vezes. Manifestações populares do entrudo e do samba, bailes funks e outras desordens festivas e inversões da hierarquia social. Revolucionários da vida noturna, como Madame Satã, Andréa de Mayo e Clóvis Bornay provam que existir e celebrar essa existência é um ato político. No Brasil, referências foram incorporadas e reinventadas em diferentes cenas, dos coletivos de música eletrônica que ocupam espaços públicos e periferias, reivindicando a liberdade.
Ocupar a pista é também um ato político. É uma forma de afirmar a liberdade e resistir às tentativas de silenciamento.
Nesta edição, máscaras e fantasias são um convite para enfeitar o corpo, extravasar os anseios e transformar a liberdade em criação artística. Vamos nos reunir, sem medo de pautar política! Esse é um espaço seguro para você, marginalizade. Não é um espaço seguro para fascistas. Votamos 13 no dia 25 de outubro por vocês e por nós ★
16 de outubro de 2026
Sexta-feira /// 22h - 06h
Primeiro andar do Estúdio Lâmina