Por vezes, para nos encontrarmos precisamos primeiro nos perder. No incerto, no escuro, na entrega. No zigue-zague imprevisível que compõem as ondas eletromagnéticas, que iluminam o rosto suado de quem já não aguenta mais dançar, e não sabe como parar.
ƬØDΛ CΞLΞBЯΛÇÃØ É ЖM ЯIƬØ DΣ PΛSSΛGΞM.
Memórias do corpo, intraduzíveis em palavras, mas inteligíveis nos ruídos.
Estamos completando 2 anos em atividade.
Indomáveis, como as frequências selvagens que se propagam por todas as direções.
Imprevisíveis, como a força inexorável da entropia que beira a psicose.
Insuportáveis, como um aglomerado de cigarras e máquinas cantando juntos.
ЖПĐΞЯ2ΛПØS
【13/06】