No dia 16 de março, dentro da programação dos 21 Dias de Ativismo Contra o Racismo, realizaremos uma mesa que propõe refletir sobre o hip-hop como prática política de vida diante da necropolítica e do genocídio da juventude negra.
A partir de vivências periféricas, produção cultural e diálogo com o pensamento negro crítico, o encontro compreende o hip-hop como tecnologia de sobrevivência e ferramenta concreta de enfrentamento ao racismo estrutural.
Esta atividade integra o eixo dedicado à memória das vítimas da violência racial estatal, convocando a juventude, artistas, estudantes e moradores do território a pensar cultura como estratégia de permanência, denúncia e futuro.