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Descrição
No Sábado, 02 de Maio, a Stereogun volta a rasgar o tecido do tempo e a deixar o som respirar fora do corpo. Nuno Lopes regressa como quem atravessa um limiar invisível, trazendo consigo uma linguagem que não se explica, apenas se sente a arder por dentro Ator da matéria sensível, cartógrafo de frequências instáveis, Nuno não constrói sets, compõe estados de consciência. Há qualquer coisa de litúrgico no gesto, de íntimo e ao mesmo tempo colossal. A pista deixa de ser lugar e transforma-se em organismo vivo, em respiração coletiva, em vertigem partilhada